Setembro chegou e com ele mais uma edição da nossa Aliança dos Blogs (Danielle SV, Mãe Literatura e Tom Dutra). O tema deste mês é O colecionador , e eu quero compartilhar um pouco da minha relação com coleções ao longo da vida. Nunca fui muito de acumular objetos ou manter séries de itens. Já tive, sim, uma coleção de canetas - que na época eu adorava - mas hoje não tenho mais. E aí vem a pergunta: será que posso dizer que tenho uma coleção de livros? Talvez sim, talvez não. Na minha cabeça, coleção é algo que você vai reunindo e nunca se desfaz. E com os livro, eu faço diferente: gosto de doar, presentear e compartilhar. Mas, pensando bem, eles continuam sendo uma coleção, porque estão sempre presentes na minha vida, mesmo que mudem de mãos. Comecei a comprar livros quando iniciei a trabalhar, aos 14 anos. Naquela época não existia o programa Menor Aprendiz, então já comecei com carteira assinada. Desde então, os livros sempre foram um investimento de vida para mim. Além ...
A Inteligência Artificial generativa deixou de ser um assunto exclusivo dos departamentos de tecnologia para se tornar uma competência indispensável na mesa de qualquer gestor ou administrador. No entanto, em meio ao barulho gerado pelas novidades tecnológicas, surge uma dúvida central: como usar a IA de forma estratégica para gerar valor real em micro e pequenas empresas, sem perder a identidade e a ética? Como administradora e especialista em Educação estratégica e gerencial, defendo que a IA deve ser encarada sob uma perspectiva estritamente Human-Centric. Isso significa compreender que a máquina é uma excelente coadjuvante técnica de alta velocidade, mas o ser humano é - e sempre será - o verdadeiro propulsor de todo conteúdo e o tomador de decisões. A IA executa padrões, automatiza rotinas e compila dados de mercado, mas ela precisa de sensibilidade organizacional, intuição de negócio e julgamento moral. Portanto, o grande diferencial competitivo do gestor moderno não é sabe...